Trazendo consistência, objetividade e resultados em grande escala 

A LEVEE promoveu na manhã da terça-feira, 03 de dezembro, um café da manhã sobre como a aplicação da Inteligência Artificial (IA) pode otimizar os processos de recrutamento e seleção promovidos pelos Departamentos de Recursos Humanos. A companhia também aproveitou a ocasião para divulgar entre os presentes os resultados da pesquisa “Desafios Brasil 2020: O papel no combate à violência contra a mulher”, maior pesquisa produzida no Brasil com objetivo de compreender o posicionamento das empresas em relação à temática da violência contra mulher. 

Para o Head de Produtos da LEVEE, Felipe Lino, aderir à sistemas de Inteligência Artificial no recrutamento traz diversas vantagens às empresas e à sociedade, eliminando viesses inconscientes para garantir uma equipe mais diversificada e aderente.

Ele apresentou um estudo da consultoria Mckinsey que mostrou que as empresas que utilizam IA sustentam as margens operacionais sete pontos percentuais acima da média da indústria. 

Lino destacou o processo de Machine Learning, desde a identificação do problema, passando pela coleta dos dados, transformação e modelagem, avaliação e implantação do modelo.  Esse garimpo de informações permite, por meio das aplicações de People Analytics, a análise do perfil de candidatos mais aderentes à vaga e consequente melhoria no processo de contratação. Além disso, também é possível melhorar as métricas de produtividade e turnover com estratégias de retenção de funcionários e mudanças organizacionais direcionadas, com aumento no índice de satisfação dos colaboradores.

O palestrante apontou que a Ciência de Dados na LEVEE apresenta um algoritmo baseado em aprovação e produtividade. “A otimização do algoritmo e sua melhoria ocorre com a busca por mais e melhores dados. A Ciência de Dados auxilia e orienta uma estratégia de negócios, contribuindo para o planejamento na contratação de talentos”, analisou.

Para ele, muitas vezes as corporações têm muitos dados sobre seus funcionários, mas os sistemas não se conversam. “Nós temos que fornecer dados para que essa “máquina” aprenda e o algoritmo passe a definir as variáveis”, explicou. 

Vinicius Vian, Gerente de Customer Success na LEVEE, é responsável pela performance e sucesso dos projetos dos clientes da empresa nos segmentos de saúde, serviços e fastfood. Ele apresentou aos presentes o funcionamento da plataforma da LEVEE, apontando como a tecnologia pode eliminar processos repetitivos e maçantes. Segundo ele, no recrutamento e seleção, a busca de candidatos, a triagem, o agendamento de entrevistas e o acompanhamento ficam sob responsabilidade da plataforma. A abertura das vagas, a entrevista presencial e aprovação dos candidatos, além disso, feedback na plataforma é uma importante tarefa que é cumpridas pelo RH. 

“Buscamos os melhores profissionais baseados em indicadores de performance definidos pelos clientes. Baseado em um histórico de dados, a máquina faz uma análise massificada, padronizando os processos”, esclareceu. 

Saiba mais sobre a plataforma da LEVEE CLICANDO AQUI. 

Nana Lima – Violência e Assédio contra a Mulher 

Nana Lima, empreendedora, publicitária, mãe e diretora de impacto da @Think Eva, consultoria de inovação social que cria soluções para as desigualdades de gênero e suas intersecções junto ao mundo corporativo e @Think Olga organização da sociedade civil que trabalha com a comunicação de impacto para catalisar mudanças na vida das mulheres tratou do projeto denominado “Violência e Assédio contra a Mulher no Mundo Corporativo”. 

A pesquisa entrevistou 311 empresas, no segundo semestre de 2019, e traz dados interessantes sobre este universo. Nana reforçou que combater a violência e o assédio contra a mulher é papel das empresas. “É preciso compreender a realidade de ser mulher dentro e fora das empresas”, propôs a palestrante. 

A diretora de impacto apontou também alguns números da pesquisa. Apenas 19% das empresas entrevistadas possuem políticas e ações para apoiar funcionárias vítimas de violência doméstica e 55% não monitoram e atuam sobre casos mulheres que sofrem com algum tipo de violência. Porém, 60% das empresas afirmam que possuem políticas e ações para combater o assédio moral e sexual.

Na amostra, em 36% das empresas que responderam ao questionário, não existe nenhum compromisso formal com o empoderamento das mulheres. Já, 53% dizem que possuem políticas e ações para a promoção da equidade de oportunidades e inclusão de mulheres. 

Para ela não é uma tarefa simples buscar a equidade de gênero. “O desafio da equidade não se encerra com a inclusão de mais mulheres no mercado de trabalho. É preciso assumir um compromisso ético com a equidade de gênero, garantindo que nosso trabalho não fique apenas em um discurso corporativo e traga atuações práticas”, ponderou. 

A pesquisa é uma ação do recém-lançado projeto ROTA VCM, iniciativa de quatro mulheres: Edna Vasselo Goldoni (IVG), Maria Helena Bragaglia (Demarest), Maristella Iannuzzi (CMI) e Ivana Mozetic (LEVEE), que estão à frente de projetos de empoderamento feminino em suas organizações.

Conheça detalhes da pesquisa CLICANDO AQUI.

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