“Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças”
(Charles Darwin)

Evento Ciência de Dados e Diversidade

LEVEE

Data: 05 de setembro de 2019

Local: Casa do Saber – São Paulo/SP

A LEVEE promoveu na manhã de quinta-feira, 05 de setembro, na Casa do Saber, localizada na capital paulista, um café da manhã que reuniu cerca de 50 profissionais de Recursos Humanos para tratar de dois temas imprescindíveis para as empresas que estão de olho no futuro: Ciência de Dados e Diversidade.

Head de Data Science da LEVEE Marcos Coque Jr. abriu as apresentações destacando de que modo é possível melhorar os índices do Departamento de Recursos Humanos por meio do uso da Ciência de Dados. Segundo ele, a Ciência de Dados auxilia e orienta uma estratégia de negócios, contribuindo para o planejamento da força de trabalho.

“Não adianta ter uma ferramenta de Inteligência Artificial e Análise de Dados se não há uma política de Recursos Humanos adequada, com salários compatíveis com o mercado”, ressaltou.

Um estudo da consultoria Mckinsey mostrou que as empresas que utilizam IA sustentam as margens operacionais sete pontos percentuais acima da média da indústria.

Confira a apresentação do Marcos Coque CLICANDO AQUI

“Porém, apenas 5% adotam a Inteligência Artificial amplamente em suas organizações”, revelou Marcos Coque Jr., usando um dado de uma pesquisa recentemente publicada pelo MIT.

Ainda, segundo o Head da LEVEE, uma das ferramentas mais utilizadas nas estratégias envolvendo Inteligência Artificial é o Machine Learning. Para ele, o ML é uma representação simplificada da realidade.

“Com sua utilização podemos representar algum fenômeno ou evento de interesse para extrair conhecimento e tomar uma decisão automática. O Machine Learning permite automatizar processos”, explicou.

Durante sua fala ele também destacou o processo do Machine Learning, desde a identificação do problema, passando pela coleta dos dados, transformação e modelagem, avaliação e implantação do modelo.  Esse garimpo de informações permite, por meio das aplicações de People Analytics, a análise do perfil de candidatos mais aderentes à vaga e consequente melhoria no processo de contratação. Além disso, também é possível melhorar as métricas de produtividade e turnover com estratégias de retenção de funcionários e mudanças organizacionais direcionadas, com aumento no índice de satisfação dos colaboradores.

“A Ciência de Dados pensada pela LEVEE utiliza algoritmos baseados em aprovação e produtividade para auxiliar as empresas a encontrar o melhor perfil para suas vagas”, reforçou Marcos Coque Jr.

Diversidade é convite para o baile. Inclusão é o convite para dançar.

A segunda parte do evento teve a participação da fundadora da CKZ Diversidade, Cris Kerr que falou sobre os desafios e os benefícios da diversidade e inclusão nas empresas.

Um estudo da consultoria Hay Group aponta a importância da inclusão. Os conflitos diminuem pela metade, os colaboradores ficam 17% mais engajados e o desempenho aumenta 50% em relação aos demais.

 Confira a apresentação da Cris Kerr CLICANDO AQUI

“A alta liderança necessita estar engajada. Nas empresas em que a diversidade e a inclusão são reconhecidas e praticadas há mudanças no comportamento e nos resultados”, afirma Cris Kerr.

A fundadora da CKZ Diversidade aponta que as piadas preconceituosas e os comportamentos inadequados devem acabar dentro das corporações. Para ela, as empresas devem criar um ambiente de trabalho inclusivo e respeitoso.

“O ambiente impacta na felicidade e na produtividade das pessoas”, observa.

Cris Kerr aponta que a humanização das corporações promove três fatores essenciais para todo ser humano. O primeiro é ser ouvido na essência, sem preconceitos e julgamentos. O segundo, ser notado e reconhecido, sentindo-se valorizado e, por último, o senso de pertencimento e engajamento. A palestrante revela também uma pesquisa do Instituto Gallup que aponta que o engajamento aumenta em 22% a lucratividade, em 21% a produtividade e diminui em 37% a falta ao trabalho.

“Devemos reconhecer e valorizar as diferenças, respeitar a todos, entender e conscientizar sobre os vieses inconscientes, fazer gestão pelo exemplo e humanizar as relações. Afinal, o mundo é do jeito que a gente olha para ele”, finaliza.

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