Junho foi escolhido em alusão ao mês de fundação da associação mais representativa da profissão no mundo, a World Federation of People Management Associations (WFPMA)

Se você hoje trabalha em uma empresa, foi graças a um profissional de RH, que identificou suas potencialidades e a contribuição que poderia dar dentro de sua área de atuação, tarefa das mais complexas e sensíveis de serem executadas em qualquer corporação. Este profissional, que cuida dos processos de recrutamento e seleção, sempre teve papel extremamente importante na operação, uma valia que vem influenciando os resultados operacionais cada dia mais na prática, mas que muitas vezes ainda carece de reconhecimento perante os demais setores de atuação. Para Jacob Rosenbloom, CEO da LEVEE, o profissional de RH é o coração de qualquer empresa.

“É um mês importante para reconhecermos publicamente a contribuição imensurável do RH às corporações. No entanto, na LEVEE incorporamos a responsabilidade de atuar em prol deste reconhecimento em qualquer época do ano. Afinal, o contexto da quarta revolução industrial pela qual atravessamos trouxe à luz quão estratégico é o papel dos profissionais de RH nas organizações, já que as novas tecnologias possibilitaram o aumento do seu potencial de impactar diretamente nos índices operacionais das empresas, transformando-os em aliados da rentabilidade e da produtividade” – Jacob Rosenbloom, CEO da LEVEE.

Não se tem uma data exata de quando a profissão surgiu, mas o fato é que muita coisa mudou desde o final do século XIX, quando as atribuições do gestor de pessoas (um dos cargos da época mais próximos ao que hoje entendemos como RH) passavam por conseguir que a equipe do chão de fábrica trabalhasse o máximo de horas possíveis pelo menor valor salarial exequível.

Nas décadas seguintes, a popularização e os estudos da psicologia foram pouco a pouco introjetando no mindset das corporações que explorar um ser humano à exaustão é prejudicial aos índices de produtividade e que, para dar bons resultados, o colaborador precisa estar equilibrado e obter satisfação com o seu trabalho.

Nesta época, o profissional que atuava nestas áreas passou a ter um papel mais significativo no sentido de propiciar o bem estar e cuidar da saúde física e mental do colaborador, inclusive lutando por seus direitos junto aos gestores, se necessário.

Desde a década de 70, quando o termo “Recursos Humanos” passou a ser utilizado, até os dias atuais, houve muitas outras alterações no escopo de serviços, principalmente relacionadas à informatização dos processos e o uso da tecnologia para agilizar algumas demandas, a partir do final da década de 80.

No entanto, como nosso CEO contextualizou, nenhuma época apresentou um cenário tão transformador para os profissionais do RH quanto a atual. O período pós-industrial e pós-contemporâneo, no qual as empresas trabalham com margens cada vez mais apertadas e precisam reduzir custos para se manterem competitivas, aumenta o valor percebido das ações do departamento de Recursos Humanos, diretamente responsável pela redução da rotatividade, gargalo significativo de qualquer operação.

Por fim, os avanços em inteligência artificial, análise preditiva, data analytics e machine learning propiciaram aumento exponencial no nível de assertividade nas seleções feitas pelos colaboradores do RH, transformando a profissão na bola da vez dentro das empresas, já que contratar melhor é sinônimo de produtividade. Produtividade, por sua vez, que é nutrida diretamente por ambientes salubres, por atenção e cuidados individuais prestados aos colaboradores, mais um exemplo de quão essenciais são as atribuições do profissional de Recursos Humanos.