Aplicação da tecnologia, além dos Recursos Humanos 

 

A Inteligência Artificial (IA), como já falamos outras vezes, está muito presente em processos organizacionais e em diversos setores de grandes empresas. Assim como na área de Recursos Humanos pois, cada vez mais, o recrutamento e seleção ganha notoriedade pela automatização e digitalização dos seus processos.

Porém, há muitas outras formas de usar IA em nosso dia a dia, desde exames médicos até o combate à fome, por exemplo. Um dos muitos benefícios desta tecnologia é justamente ajudar-nos a enxergar os problemas sociais através de uma perspectiva diferente.

As questões globais são complexas e a tecnologia nos oferece recursos valiosos para aumentar os esforços humanos, motivando-os a encontrar soluções para problemas burocráticos e até mesmo cansativos.

Conheça algumas das melhores ações que a IA já proporcionou para o mundo em diferentes aspectos. Confira:

Ressonância magnética

A Inteligência Artificial, alimentada por algoritmos de “aprendizado profundo”, já está em uso na área da saúde. Especificamente, os recursos de imagem são promissores para identificação e rastreamento de câncer, em especial o câncer de mama. A Inteligência Artificial também pode ser usada para prever o desenvolvimento de doenças.

Salve as abelhas

Você sabia que o World Bee Project está usando inteligência artificial para salvar as abelhas? A população mundial de abelhas está em declínio, e isso é uma má notícia para o nosso planeta e nosso suprimento de alimentos. Em parceria com a Oracle, o The World Bee Project espera aprender como ajudar as abelhas a sobreviver e prosperar, coletando dados através de sensores da Internet das Coisas, microfones e câmeras nas colmeias. A Inteligência Artificial facilita o compartilhamento de informações em tempo real em escala global e a ação para salvar as abelhas.

Ferramentas para pessoas com deficiência

Outra maneira da Inteligência Artificial ser usada para o bem é ajudar as pessoas com deficiência, a superá-las. A Huawei usou a IA e a realidade aumentada para criar o StorySign, um aplicativo móvel gratuito que ajuda crianças surdas a aprender a ler, traduzindo o texto para a linguagem de sinais. A empresa também criou o Track.Ai, um dispositivo acessível e fácil de usar que pode identificar distúrbios visuais em crianças, para que o tratamento possa começar antes que os distúrbios causem cegueira.

Alterações Climáticas

É possível fazer um grande progresso na solução de um dos maiores problemas do mundo com o apoio da Inteligência Artificial. A mudança climática é um problema gigantesco, mas vários tough leader em IA e aprendizado de máquina acreditam que a tecnologia pode ser capaz de resolvê-la. O Machine Learning pode melhorar a informática climática – os algoritmos de aprendizado de máquina alimentam aproximadamente 30 modelos climáticos usados pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas. A Inteligência Artificial também pode ajudar a prever os impactos das mudanças climáticas em diferentes regiões.

Conservação da Vida Selvagem

Outra maneira pela qual a IA é trabalhada para ajudar o planeta é nos esforços de conservação, permitindo aos conservacionistas sub financiados a oportunidade de analisar dados de forma barata. Por exemplo: uma equipe do Projeto de Recuperação de Aves Marinhas em Perigo da Universidade do Havaí usou a IA para analisar 600 horas de áudio para detectar o número de colisões entre pássaros e linhas de energia.

Combate à fome no mundo

Uma das ferramentas mais viáveis na luta para acabar com a crise mundial da fome é a Inteligência Artificial. Ela pode analisar milhões de dados para ajudar a determinar a colheita perfeita, desenvolver sementes, maximizar a produção atual e controlar com precisão a aplicação de herbicidas. Muitas aplicações já estão em uso.

Reduzir a desigualdade e a pobreza

 Embora uma das críticas aos algoritmos de IA seja o “viés humano” que pode ser introduzido por meio de algoritmos distorcidos ou conjuntos de dados de treinamento, a IA pode realmente ajudar a reduzir as desigualdades. Por exemplo: O Imperial College de Londres está treinando máquinas para identificar desigualdades com base em imagens de ruas das condições de vida nas cidades, com o objetivo de finalmente usar essas informações para melhorar as situações. Nossos algoritmos da LEVEE também ajudam a minimizar possíveis vieses na hora da contratação, transformando o mercado de trabalho em um local mais diverso e justo.

Fake News

É verdade: a Inteligência Artificial é o mecanismo que leva as “notícias falsas” às massas, mas o Google, a Microsoft e o esforço popular Fake News Challenge estão usando a IA para avaliar a verdade dos artigos automaticamente. Devido aos trilhões de postagens que o Facebook deve monitorar e dada a impossibilidade de fazê-lo manualmente, a empresa também usa Inteligência Artificial para encontrar palavras e padrões que possam indicar as chamadas “fake news”.

Bônus: Recrutamento e seleção

Um bilhão de pessoas estão atualmente procurando emprego nos mercados emergentes sem o auxílio da tecnologia. São milhões de desempregados no Brasil.

No caso específico de recrutamento e seleção, o People Analytics permite analisar quais são os candidatos que teriam potencial de ter uma maior produtividade. Baseados nestes algoritmos, é possível prever com mais precisão os orçamentos dos departamentos financeiros e de RH, avaliar o clima na empresa (aumentando engajamento e retenção) e até mesmo colocar em prática ações de realocação, alterações na rotina e demais estratégias para aumentar a retenção.

A LEVEE usa Machine Learning, Análise Preditiva e People Analytics para ajudar as empresas que contratam mão de obra operacional a melhorarem a qualidade do serviço e alinharem e preverem às demandas da força de trabalho aos principais KPIs da empresa ou operação. Com a solução, é possível selecionar os perfis mais qualificados para somar forças ao negócio, aumentando índices de produtividade e retenção.

Referência:

Baseado no artigo “10 Wonderful Examples Of Using Artificial Intelligence (AI) For Good”, escrito por Bernard Marr, no portal Forbes.

 

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