O Departamento de Recursos Humanos deixou de ser apenas a área de pessoal para se tornar peça chave de transformações dentro de uma organização. Há alguns anos, o RH poderia atuar de forma mais mecânica, com o controle centralizado, com as tarefas delegadas pelo ?chefe?.

Nenhuma época apresentou um cenário tão transformador para os profissionais do RH quanto a atual. O período pós-industrial e pós-contemporâneo, no qual as empresas trabalham com margens cada vez mais apertadas e precisam reduzir custos para se manterem competitivas, aumenta o valor percebido das ações do departamento de Recursos Humanos, diretamente responsável pela redução da rotatividade, gargalo significativo de qualquer operação.

O levantamento intitulado ?The Experience of Work: The Role of Technology in Productivity and Engagement?, realizado pela Economist Intelligence Unit (EIU), mostrou que quase a metade das empresas brasileiras já promove a integração entre as áreas de TI e RH para melhorar a experiência dos funcionários: mais de 40% dos entrevistados responderam que contratam profissionais com experiência tanto em recursos humanos quanto em TI para poder construir a ponte entre os dois departamentos, a fim de aumentar o engajamento e melhorar a experiência do usuário.

Os funcionários e executivos de TI e RH se sentem especialmente envolvidos nessa demanda ? e no mundo inteiro ? já que 74% e 75% deles (respectivamente) afirmaram que a responsabilidade de melhorar a experiência do funcionário é deles. Apesar dos setores terem objetivos diferentes, atualmente o avanço da satisfação do funcionário está diretamente ligada à tecnologia, o que exige uma interação cada vez maior entre as duas áreas.

A partir dos anos 90, o ambiente empresarial ficou marcado pela busca incessante da competitividade com o objetivo de sobrevivência e crescimento em um ambiente caracterizado por grande desenvolvimento tecnológico e mudança econômica. A inovação tem transformado para melhor os processos tradicionais em empresas de todos os portes e segmentos, sendo o RH um dos departamentos que registra maior evolução, fundamentalmente em sua relação com a tecnologia.

A Inteligência Artificial e tecnologias correlatas têm remodelado boa parte dos processos corporativos tradicionais de empresas de praticamente todos os segmentos. E um dos setores cuja aplicação da Inteligência Arti?cial têm se mostrado mais e?caz é o de Recursos Humanos.

Por exemplo: plataformas alimentadas por Inteligência Artificial de alta complexidade são indicadas para automatizar atividades mais simples de Recursos Humanos, como o gerenciamento de benefícios e a triagem de solicitações comuns, permitindo que os colaboradores humanos possam se dedicar a atividades mais estratégicas e analíticas.

Ao incorporar a tecnologia, pro?ssionais do Departamento de RH são eximidos de ter que executar centenas de telefonemas e enviar milhares de e-mails. A automação nas funções mais mecânicas, além de agilizar os trâmites, ainda permite que os funcionários do Departamento possam ter suas mentes livres para focar em projetos mais criativos.

Um relatório do Mckinsey Global Institute (MGI) calcula que, até 2030, as companhias que conseguirem aplicar Inteligência Artificial às suas operações dobrarão seu fluxo de caixa, enquanto as retardatárias terão baixa de 20% nessa mesma métrica.

Neste contexto atual de transformações que as organizações estão enfrentando, com uma economia globalizada e com a acirrada competição entre empresas, o papel da gestão de pessoas é determinante na construção da vantagem competitiva.

A implementação de práticas envolvendo Inteligência Arti?cial e a criação de algoritmos personalizados resulta em processos de seleção mais ágeis. Os processos de planejamento estratégico de ações, a criação de metas e o acompanhamento de demandas também podem ser aprimorados utilizando estas novas tecnologias.

Usando ferramentas de Inteligência Arti?cial, os gerentes de RH têm insumos para de?nir objetivos mais concretos a longo prazo e subdividi-los em metas individuais, estipulando períodos de tempo mais curtos para a entrega de tarefas, facilitando o acompanhamento de demandas e propiciando que gestores consigam detectar membros da equipe que, eventualmente, não estiverem engajados. O RH pode colocar em prática medidas para abrandar eventuais insatisfações, como remanejar funções e até conceder licenças e encaminhamentos para tratamento médico, oferecendo ao funcionário melhorias no estilo de vida.

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