Entenda os fatos, os números, impactos em cada setor e como usar a tecnologia como aliada neste momento   

Segundo pesquisa, empresas do setor de varejo já sofreram consideravelmente os impactos da pandemia do Coronavírus no Brasil. Somente na primeira semana de quarentena (15/03/2020), já foram registradas quedas de 12,74% das visitas dos consumidores ao comércio de rua e 43% nos shoppings. Por outro lado, o ticket médio de algumas dessas empresas aumentou, pois além de estoque, a população também tem feito muitos pedidos através do delivery e marketplaces como Rappi, aumentando a demanda de atividades neste ramo. 

No marketplace do Mercado Livre, nas categorias de saúde, cuidado pessoal e alimentação e bebidas foi registrado um crescimento de 15% quando comparado a fevereiro deste ano. Na comparação com a primeira quinzena de março do ano passado, o crescimento foi de 65%. Além de supermercadistas e grandes centros de distribuição, outros setores como drogarias, hospitais, laboratórios, call center, empresas de entregas e grandes empresas de terceirização seguem o mesmo ritmo.

Um estudo da consultoria internacional Kantar chegou a conclusões importantes para as empresas que precisam definir suas estratégias no médio prazo. A companhia recolheu dados de forma on-line de mais de mil empresas entre 6 e 9 de fevereiro na China. O levantamento constatou que a forma e as prioridades de consumo sofreram mudanças, os consumidores estão migrando para os canais digitais.

Ainda, segundo pesquisa realizada pela Coresight Research, os consumidores estão mais cautelosos ao fazer compras em lojas físicas com grande concentração de pessoas e estão se voltando ainda mais para o e-commerce como um meio para obter suprimentos básicos. Se o surto piorar, cerca de (74%) disseram que se afastariam completamente dos shoppings, e pouco mais da metade (52%) deixaria de fazer compras em lojas de rua. 

O avanço do Coronavírus começa a provocar mudanças nos hábitos de consumo em países onde o surto é mais grave, e tem potencial para “mexer” com alguns segmentos do varejo, caso sua propagação não seja controlada.

Na China, pela impossibilidade de sair de casa, as indústrias de entretenimento e turismo são as que mais sofreram: 

  • 75% dos chineses disseram ter cancelado compras destas categorias;
  • 17% reduziram os valores desde o início da crise.

Em contrapartida:

  •  Os gastos com alimentos e bebidas cresceram em 40% dos lares;
  •  48% em produtos de limpeza;
  • Seguro saúde em 38%, especialmente na província de Hubei;
  • 55% dos chineses têm usado as plataformas de e-commerce para abastecer as prateleiras. 

As empresas que estruturarem rapidamente os seus centros de distribuição e canais de atendimento podem ganhar fôlego durante a crise e contribuir para o revezamento de pessoas nos postos de trabalho.

Outro setor que chama a atenção é o da Saúde 

Segundo o Ministério da Saúde os casos de Coronavírus no Brasil devem aumentar até junho. E, as estatísticas demonstram que, ao menos 5% dos pacientes que contraírem o vírus precisarão de internação na UTI redobrando as necessidades dos profissionais nessa área.  Os dados refletem para a necessidade de novas contratações, pois a tendência é que os profissionais que já estão ativos no atendimento às vítimas comecem a apresentar sintomas de estafa ou mesmo, infelizmente, contaminação do vírus. Na China, foram mais de 1.700 profissionais da saúde infectados. 

Com isso, tanto no setor varejista quanto na saúde, um impacto importante a ser considerado é o absenteísmo. Mesmo traçando uma estratégia de reforço destes locais, as pessoas podem deixar de ir ao trabalho, por isso, uma estratégia de reposição rápida, por meios digitais é a única solução viável hoje.

“Entrevistas que antes eram feitas presenciais terão que ser eliminadas ou feitas por vídeo. Captação ativa e inteligente se torna cada vez mais relevante. Encontrar profissionais de saúde por exemplo, para atender a alta demanda será crucial. Muito se fala de equipamentos para hospitais, mas o que faz a grande diferença são os profissionais. Por isso, como empresa, já mobilizamos todos nossos recursos internos de tecnologia, desenvolvimento e pessoas para atender esta nova demanda”, diz Ivana Mozetic – VP Growth da LEVEE.

COMO A LEVEE PODE AJUDAR

A LEVEE possui uma plataforma baseada em Big Data, Machine Learning e People Analytics que ajuda a operação a melhorar a produtividade, focando no recrutamento e seleção. A Inteligência Artificial e tecnologias correlatas têm remodelado boa parte dos processos corporativos tradicionais das empresas de praticamente todos os segmentos, tornando-o cada vez mais ágil e digital. 

Com a Inteligência Operacional, o recrutador transforma, automatiza e digitaliza todo o processo de recrutamento desde a convocação das vagas, triagem de candidatos, agendamento e até a entrevista que também pode ser feita via videoconferência.  

Temos em nossa base de candidatos mais de dois milhões de talentos para contratação, entre eles: Motoboys, Atendentes e Operadores de Caixa, Operador de Call Centers, Auxiliar de Enfermagem, entre outros. 

O trabalho temporário passa a ter também uma opção de cobertura e benefício para o staff. Garantimos a entrega de candidatos já triados e entrevistados no menor SLA do mercado, incluindo os temporários.

Assim, setores que não poderão deixar de atender ao público, podem trabalhar em modelo de escala. Tudo isso, com flexibilidade de custos e pagamento. A solução da LEVEE seleciona os perfis mais qualificados para somar forças ao negócio, aumentando os índices de produtividade.

ENTENDA COMO A LEVEE PODE TE AJUDAR NESSE MOMENTO

  • Enriquecemos nossa base com mais de 2 MILHÕES DE CANDIDATOS nos perfis com maior demanda
  • Triagem final através de VÍDEO ENTREVISTAS
  • Incluímos modelo de contratação de TEMPORÁRIOS
  • Candidatos não CLT (exemplo: motoboy)
  • Perfis com alta demanda (entre outros):

>> Atendentes e Operadores de Caixa
>> Operador de Call Center
>> Auxiliar de Enfermagem

  • Garantia dos melhores candidatos para a sua vaga
  • Processo seletivo 100% digitalizado
  • SLA de contratação 50% menor
  • Reposição de funcionário em 48 horas
  • Redução de turnover
  • Controle de absenteísmos
  • Aumento de produtividade

Os processos de planejamento estratégico de ações, a criação de metas e o acompanhamento de demandas também podem ser aprimorados utilizando estas novas tecnologias.

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