Saiba como tornar o setor de RH mais estratégico pode transformar seus resultados operacionais

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CEO da LEVEE, Jacob Rosenbloom, destaca em artigo como o departamento de RH, o coração de qualquer empresa, pode fazer toda a diferença também no fluxo de caixa

Cabe ao RH o controle do bem mais valioso de qualquer empresa: seus colaboradores. No entanto, quando o assunto é a eficiência e lucratividade da operação, nem sempre é atribuído a este departamento um papel estratégico, o que acaba fazendo com que o RH seja menos reconhecido na hora de dividir os louros pelos bons resultados.

Mas a aplicação de novas tecnologias no setor já está mudando este cenário e, em pouco tempo, o RH deve novamente ganhar o destaque que lhe foi negligenciado nos últimos anos. Justamente porque é o setor com mais poder de transformar os fatores que mais afetam os resultados operacionais: altos índices de rotatividade, absenteísmo e os custos com as reposições.

É deste ponto de partida que parte o CEO da LEVEE, Jacob Rosenbloom, para detalhar de que maneira a implementação de tecnologias baseadas em Inteligência Artificial e machine learning podem tornar o setor de RH ainda mais estratégico e aumentar seu reconhecimento perante aos resultados operacionais das empresas.

Confira como isto é possível no artigo abaixo, escrito por Rosenbloom e publicado no portal Mundo RH – criado em 2016 e que se consolidou como uma referência no jornalismo com foco em Recursos Humanos, no portal Call Center – primeiro portal especializado em notícias sobre o atendimento a clientes e no jornal carioca Empregos & Estágios – focado em recrutamento, seleção, estágios, trainee e cursos. Ao final do conteúdo, os links para os veículos que publicaram o artigo e print da edição impressa do jornal.

RH e produtividade: como garantir melhores resultados para o negócio

Dentro de uma empresa, o RH é o departamento que tem a responsabilidade de seleção, contratação, treinamento, remuneração, formação sobre higiene e segurança no trabalho, e estabelecimento de toda a comunicação relativa aos funcionários da organização. Apesar de cuidar dos ativos mais valiosos da empresa, é um departamento muitas vezes negligenciado. Pesquisas da McKinsey e do Conference Board constatam consistentemente que os CEOs em todo o mundo veem o capital humano como um grande desafio e muitas vezes classificam o RH apenas como a oitava ou nona função mais importante de uma empresa.

A partir do momento em que as empresas se veem pressionadas por resultados, por aumento nas margens e com a missão de se diferenciar perante a concorrência, as cobranças e oportunidades também chegam ao RH. Os principais fatores que afetam diretamente os resultados operacionais da empresa e que mais preocupam hoje são os altos índices de rotatividade, absenteísmo e os custos com as reposições. Com uma gestão mais eficiente de capital humano, trazer resultados reais de negócios para as empresas pode ser a chave para mostrar que esta área precisa ter uma atuação mais estratégica.

“Uma tendência especificamente para a área de R&S (Recrutamento e Seleção) é o uso da tecnologia para melhorar a eficiência e eliminar processos manuais, burocráticos e suscetíveis a um viés inconsciente. Hoje é possível ir além de 12 currículos e agendamento de entrevistas para contratações e a tecnologia também pode ser uma ótima aliada em outras atribuições do departamento de recursos humanos.” – Jacob Rosenbloom, CEO da LEVEE

Em meio a um cenário de recuperação ainda lenta da atividade e de aumento no número de pessoas trabalhando na informalidade, a produtividade da economia brasileira ficou estagnada em 2018, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV). A produtividade brasileira poderia ser alavancada no curto prazo com investimentos em tecnologia como machine learning e inteligência artificial.

Varejo, alimentação, serviços terceirizados e saúde são os quatro setores da economia que mais são atingidos pela baixa produtividade. Cerca de 40% dos profissionais da camada operacional tendem a trocar de emprego anualmente, configurando alta rotatividade e consequentemente gastos que podem girar em torno de 2 e 5 salários (incluindo verbas de desligamento do funcionário anterior, processo de seleção de um novo, verbas de contratação e treinamento até deixá-lo apto a desempenhar integralmente suas funções).

Utilizando mais de 500 critérios técnicos, a tecnologia de machine learning garante a maior aderência de um candidato a uma posição aumentando assim a retenção do colaborador. À medida que o RH adota tecnologias baseadas em inteligência artificial aplicada gestão de quadro, aumenta sua relevância junto às áreas de operações e de negócios ao trazer resultados reais e palpáveis.

* Jacob Rosenbloom é CEO da LEVEE. Formado em engenharia pela Universidade de Stanford e com MBA pela Wharton School, na Universidade de Pennsylvania, é especialista em Inteligência Artificial e Produtividade Empresarial. Anteriormente, também atuou como executivo do banco Goldman Sachs e Endeavor na América Latina, além de ajudar na estruturação de outras empresas de base tecnológica. Em nome da LEVEE, foi reconhecido recentemente pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) como referência na América Latina pelo desenvolvimento de Tecnologia Acessível para o Futuro do Trabalho.

Portal Call Center: https://www.callcenter.inf.br/artigos/68519/rh-alavancando-a-produtividade/ler.aspx

Mundo RH: https://www.mundorh.com.br/rh-e-produtividade-como-garantir-melhores-resultados-para-o-negocio/

Empregos & Estágios: