A mulher no Brasil e a mulher na LEVEE

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82% das contratadas por clientes da LEVEE são mulheres cujo período médio de desemprego, antes desta contratação, era de onze meses e, o salário, 30% menor.

Um estudo recente do IBGE, divulgado no Dia Internacional da Mulher, aponta que as mulheres ganham, em média, 20,5% menos que os homens no Brasil. A defasagem média entre os rendimentos médios mensais de homens (R$ 2.579) e mulheres (R$ 2.050) é de R$ 529. Mas o que justifica esta diferença? Currículo?

Não. Outra pesquisa do mesmo órgão, divulgada em 2018, mostra que, em média, o nível educacional das mulheres é superior ao dos homens. Um dos quesitos investigados pela pesquisa é um indicador chamado ‘frequência escolar líquida’, que é a proporção de pessoas que estão na série adequada à sua idade. Entre mulheres de 15 a 17 anos, este número é de 73,5%. Entre os homens, 63,2%. Já na faixa etária dos 25 aos 44 anos de idade, 21,5% das mulheres tinham ensino superior, contra 15,6% entre homens. E, conforme o nível de escolaridade aumenta, cresce também a desigualdade. Em média, as mulheres com nível superior completo têm salário 35% menor que o dos homens.

Então o que justifica essa diferença? Seguramente deve ser o número de horas trabalhadas, certo? Hmmm… também não. A mulher trabalha, em média, 54,4 horas semanais, contra 51,4 dos homens, combinando trabalhos remunerados e os afazeres não remunerados que, normalmente, sobram para elas. Mesmo trabalhando mais horas, a mulher segue ganhando menos. Apenas 37,8% dos cargos gerenciais são ocupados por mulheres; e essa diferença aumenta conforme a idade aumenta. Entre as mulheres de mais de 60 anos, a porcentagem cai para 31,3%.

Como esta desigualdade pode ser explicada? Mesmo se tratando de uma questão extremamente complexa e com múltiplas respostas, podemos afirmar que grande parte do problema está centrada nos processos de contratação e recrutamento. A boa notícia é que nós, da LEVEE, temos uma sugestão complexa o suficiente para conseguir solucionar este problema, mas escalável o suficiente para fazer isso por um valor acessível e que será, invariavelmente, convertido em lucro para a empresa que a contratar. Tudo isso com um efeito colateral luxuoso: aumentar a equidade de gênero no meio corporativo.

Fechando o mês das mulheres, decidimos convidar nossas colaboradores para contar o que é ser mulher na LEVEE, uma empresa que, ao utilizar Inteligência Artificial e Machine Learning para eliminar vieses envolvidos nos processos de contratação, tem promovido esta equidade, não somente junto aos quadros de colaboradores dos clientes que atende, como também dentro de casa.  

O mais incrível é que, para atingir este fim, não foi preciso criar um sistema capaz de favorecer a contratação de mulheres, o que também não seria justo. Bastou desenvolver um algoritmo complexo o suficiente para conseguir eliminar os preconceitos, até mesmo os cometidos de forma inconsciente, dos recrutadores humanos. E as principais beneficiadas desta tecnologia são mulheres jovens, um dos perfis mais vulneráveis do mercado de trabalho. Atualmente 82% das contratadas por nossos clientes são mulheres. O período médio de desemprego nesta faixa etária, antes desta contratação proporcionada via plataforma LEVEE, era de onze meses e o salário, em média, 30% inferior.  

Conheça quem são nossas colaboradoras e o que significa, para elas, trabalhar aqui. Fotos: Douglas Luccena


Ana Paula Marques, 28 anos, Sales Development
“Quem supera, vence. Na adversidade alguns desistem, enquanto outros batem recorde. Esse é o meu lema aqui dentro da LEVEE”


Gabriela Starcharvski, 21 anos, Finance Intern
“Acredito que cada funcionário é uma parte do futuro da LEVEE, e através da minha proatividade, motivação e engajamento busco garantir o melhor ambiente possível para nossos colaboradores bem como entregas e pagamentos no prazo para nossos clientes, cumprindo sempre com nossos valores S.U.P.E.R (Scalability, Urgency, Productivity, Empowerment and Resilience)”


Ingrid Salles, 23 anos, Customer Operations Manager
“Encarar obstáculos e transformar desafios em projetos é o que me faz um grande ativo da LEVEE”


Juliana Cristina de Queiros, 23 anos, Analista de Customer Success
“Sou um grande ativo da LEVEE, pois não meço esforços e comprometimento para garantir o sucesso de nossos clientes”


Keila Gonçalves, 21 anos, Communication and Marketing Analyst
“A força de vontade é a chave do sucesso e sempre coloquei isso em mente para meu crescimento aqui na LEVEE”


Priscila Primon, 27 anos, Junior Front-End Developer
“Se me der uma pergunta, eu procurarei minhas próprias respostas e quando as encontrar, elas me serão preciosas. Quanto mais difícil a pergunta, com mais empenho procurarei a resposta. Quanto mais a procurar, mais aprenderei”